Estudo de caso: o que travou a licença de uma unidade e como poderia ter sido evitado

Quer regularizar sua empresa?

Nem sempre um problema regulatório começa grande.
Na maioria das vezes, ele nasce de
uma decisão aparentemente simples, tomada sem análise técnica suficiente — e só se revela quando a licença é negada ou a operação é interrompida.

Neste estudo de caso, você vai entender:

  • o que travou a licença de uma nova unidade;
  • quais erros regulatórios foram cometidos;
  • como o problema se agravou ao longo do processo;
  • e, principalmente, como tudo poderia ter sido evitado com governança regulatória adequada.

Contexto do caso

Uma empresa do setor de serviços decidiu abrir uma nova unidade em outro município, mantendo o mesmo modelo operacional da matriz.

A expectativa era:

  • abertura rápida;
  • início de operação em poucas semanas;
  • reaproveitamento da estrutura documental existente.

O que aconteceu foi o oposto.

O primeiro erro: escolha do imóvel sem análise regulatória

O imóvel foi escolhido com base em:

  • localização estratégica;
  • valor de locação atrativo;
  • estrutura física aparentemente adequada.

No entanto, nenhuma análise regulatória prévia foi realizada.

Problemas identificados posteriormente:

  • zoneamento incompatível com a atividade;
  • uso do solo permitido apenas para outro tipo de operação;
  • ausência de regularização completa do imóvel;
  • divergência entre área construída e cadastro municipal.

Esse erro inicial foi determinante para todo o desdobramento do caso.

Leia também:
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Uso e ocupação do solo: como ele determina onde sua empresa pode operar
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👉 Regularização de imóveis antigos ou sem Habite-se
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O segundo erro: replicar o modelo da matriz sem validação local

A empresa assumiu que, por já operar regularmente em outro município, o mesmo modelo seria automaticamente aceito na nova localidade.

Isso incluiu:

  • CNAE mantido sem revisão;
  • layout replicado;
  • documentação reaproveitada;
  • ausência de consulta prévia à prefeitura local.

O município, porém, possuía regras próprias de licenciamento, diferentes da cidade de origem.

Resultado:

  • exigências adicionais;
  • solicitação de adequações não previstas;
  • atrasos no processo de análise.

Leia também:
👉
Governança regulatória para empresas com múltiplas unidades (multisite)
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O terceiro erro: CNAE incompatível com a operação local

Durante a análise do pedido de alvará, o órgão municipal identificou que:

  • o CNAE declarado não refletia integralmente a atividade exercida;
  • atividades secundárias não estavam formalizadas;
  • a atividade declarada exigia licenças adicionais não previstas inicialmente.

Esse ponto levou à suspensão do processo de licenciamento até a regularização cadastral.

Leia:
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Alteração de CNAE: quando é obrigatória e quais riscos você evita
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O quarto erro: ausência de licenças vinculadas ao alvará

Ao aprofundar a análise, o município solicitou:

  • licença sanitária;
  • AVCB atualizado;
  • comprovação de responsável técnico;
  • adequação do layout às normas locais.

Como essas licenças não haviam sido previstas desde o início, a empresa precisou:

  • interromper a implantação da unidade;
  • realizar adequações emergenciais;
  • refazer projetos;
  • iniciar novos processos administrativos.

Leia também:
👉
Alvará de Funcionamento: o que é e por que empresas têm o pedido negado
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O efeito cascata: atrasos, custos e risco sistêmico

O travamento da licença da nova unidade gerou:

  • atraso significativo na abertura;
  • custos adicionais com obras e taxas;
  • perda de faturamento planejado;
  • exposição a fiscalizações;
  • risco de impacto em outras unidades da empresa.

Um problema localizado passou a representar risco regulatório para toda a operação.

Como esse problema poderia ter sido evitado

1. Análise regulatória prévia do imóvel

Antes da assinatura do contrato, deveria ter sido feita:

  • validação de zoneamento;
  • verificação de uso permitido;
  • análise do histórico do imóvel.

2. Checklist regulatório antes da abertura

Um checklist estruturado teria identificado:

  • licenças obrigatórias;
  • exigências específicas do município;
  • dependências do alvará.

Leia:
👉
Checklist regulatório para abertura de novas unidades
https://www.sedi.com.br/checklist-regulatorio-para-abertura-de-novas-unidades

3. Revisão do CNAE antes do protocolo

A revisão cadastral antecipada evitaria:

  • suspensão do processo;
  • retrabalho;
  • exigências adicionais.

4. Governança regulatória integrada à expansão

A abertura da unidade deveria ter sido tratada como parte da governança regulatória da empresa, e não como um processo isolado.

Leia também:
👉
Governança regulatória para empresas em expansão
https://www.sedi.com.br/governanca-regulatoria-para-empresas-em-expansao-como-crescer-sem-travar-licencas-em-2026

O aprendizado do caso

Este caso mostra que:

  • licenciamento não é burocracia isolada;
  • expansão exige planejamento regulatório;
  • erros iniciais custam caro;
  • governança regulatória é fator estratégico de crescimento.

Como a SEDI pode ajudar

A SEDI atua justamente para evitar cenários como esse, oferecendo:

  • análise regulatória prévia de imóveis;
  • diagnóstico por município;
  • checklist de abertura de unidades;
  • organização documental;
  • acompanhamento de licenças;
  • estruturação da governança regulatória contínua.

Com método e planejamento, a expansão deixa de ser um risco e passa a ser um processo controlado.

👉 Fale com a SEDI:
https://www.sedi.com.br/contato


Deixe a gestão de documentação regulatória com a SEDI

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29 de dezembro de 2025
Empresas que transportam máquinas, equipamentos, estruturas metálicas, cargas indivisíveis ou volumes fora do padrão frequentemente descobrem — tarde demais — que não basta ter caminhão, motorista e nota fiscal . Em muitos municípios e estados, esse tipo de operação exige licença específica para transporte de cargas especiais . Ignorar essa exigência pode gerar: multas de trânsito e administrativas; retenção do veículo; embargo da operação; atraso em obras, eventos e entregas críticas. Neste artigo, você vai entender: o que é a licença de transporte de cargas especiais; quando ela é obrigatória; quais riscos existem ao operar sem autorização; e como estruturar esse processo sem improviso. O que é licença de transporte de cargas especiais A licença de transporte de cargas especiais é a autorização emitida por órgãos públicos (municipais, estaduais ou federais) que permite o deslocamento de cargas que: excedem limites padrão de peso, largura, altura ou comprimento; são indivisíveis; exigem rotas específicas; impactam o tráfego urbano ou rodoviário; demandam escolta ou horários restritos. Ela é exigida para garantir: segurança viária; preservação da infraestrutura pública; organização do trânsito; mitigação de riscos à população. Quando o transporte exige licença especial A licença costuma ser obrigatória quando a carga: ✔ ultrapassa os limites legais do veículo ✔ não pode ser fracionada ✔ exige uso de vias específicas ✔ precisa circular fora do horário padrão ✔ interfere no fluxo urbano ou rodoviário ✔ envolve estruturas temporárias, máquinas ou equipamentos industriais Isso é comum em: obras e reformas; eventos; indústrias; montagens técnicas; operações logísticas especiais. Erro comum: achar que a responsabilidade é só da transportadora Um erro frequente é a empresa contratante assumir que: “Quem resolve isso é a transportadora.” Na prática: o contratante também pode ser responsabilizado; a operação pode ser embargada no destino; o cronograma da empresa é impactado; o risco regulatório recai sobre toda a cadeia. Por isso, o transporte deve ser integrado à governança regulatória da empresa . Leia também: 👉 Como organizar a gestão de licenças e prazos regulatórios da empresa https://www.sedi.com.br/como-organizar-a-gestao-de-licencas-e-prazos-regulatorios-da-empresa Órgãos que podem exigir a licença Dependendo do trajeto e do tipo de carga, a autorização pode ser exigida por: prefeitura (vias urbanas); órgão municipal de trânsito; DER (rodovias estaduais); DNIT (rodovias federais); órgãos de trânsito e mobilidade urbana. Em alguns casos, é necessário mais de uma autorização para a mesma operação. Relação entre transporte especial e eventos, obras e reformas O transporte de cargas especiais costuma estar vinculado a: montagem de eventos temporários; transporte de estruturas para feiras; obras e reformas de imóveis; instalação de equipamentos industriais. Se o transporte não estiver licenciado, todo o processo pode ser travado , mesmo que as demais licenças estejam válidas. Leia também: 👉 Licença para eventos temporários: quando sua empresa precisa de autorização especial https://www.sedi.com.br/licenca-para-eventos-temporarios-quando-sua-empresa-precisa-de-autorizacao-especial 👉 Licença para obras e reformas: quando a adaptação do imóvel exige autorização https://www.sedi.com.br/licenca-para-obras-e-reformas-quando-a-construcao-ou-adaptacao-do-imovel-exige-autorizacao Principais riscos de operar sem licença Quando a empresa transporta carga especial sem autorização, ela pode enfrentar: ❌ multas elevadas ❌ retenção do veículo ❌ apreensão da carga ❌ atraso na operação ❌ impactos contratuais ❌ fiscalização ampliada sobre a empresa Além disso, o histórico de irregularidade pode afetar futuras autorizações. O que normalmente é exigido para obter a licença Os documentos variam conforme o órgão, mas geralmente incluem: 📌 dados do veículo 📌 dados da carga (peso, dimensões) 📌 rota detalhada 📌 datas e horários da operação 📌 responsável técnico, quando aplicável 📌 ART/RRT em operações específicas 📌 pagamento de taxas administrativas Em alguns casos, também é exigido: plano de tráfego; escolta; sinalização especial. Boas práticas para evitar problemas no transporte 1. Avalie a exigência antes de contratar o transporte Nunca presuma que a operação é dispensada de licença. 2. Planeje rotas e horários Algumas vias e horários são proibidos para cargas especiais. 3. Integre o transporte ao planejamento regulatório Inclua o transporte especial no calendário regulatório da empresa. Leia também: 👉 Como montar um calendário regulatório para sua empresa https://www.sedi.com.br/como-montar-um-calendario-regulatorio-para-sua-empresa Transporte de cargas especiais e governança regulatória Empresas que operam com logística complexa precisam tratar o transporte especial como risco regulatório , não apenas operacional. A governança regulatória permite: prever exigências; reduzir atrasos; evitar multas; manter previsibilidade operacional. Leia também: 👉 O que é governança regulatória e por que ela é decisiva para empresas https://www.sedi.com.br/o-que-e-governanca-regulatoria-e-por-que-ela-sera-decisiva-para-empresas-a-partir-de-2026 Como a SEDI pode ajudar A SEDI apoia empresas em processos de licenciamento para transporte de cargas especiais , atuando em: análise de exigência por trajeto; orientação sobre órgãos competentes; apoio na documentação técnica; integração do transporte à governança regulatória; prevenção de multas e embargos. Com planejamento, o transporte deixa de ser um gargalo e passa a ser parte controlada da operação. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
29 de dezembro de 2025
Não são apenas as operações internas de uma empresa que precisam estar regularizadas. Quando sua empresa realiza atividades que ocupam espaço público — como feiras, eventos, promoções de rua ou uso de áreas comuns — muitas vezes é exigida uma licença específica de uso de espaço público . Essa licença é diferente de: alvará de funcionamento; licença de evento; licença de publicidade; licença de ruído. Ela é emitida pela autoridade municipal e é crucial para que a empresa possa utilizar legalmente espaços públicos , garantindo segurança jurídica e evitando multas ou embargos. Neste artigo você vai entender: o que é a licença de uso de espaço público; quando ela é necessária; quais documentos são exigidos; e como evitar problemas legais em atividades que envolvem ocupação de vias públicas. O que é licença de uso de espaço público A licença de uso de espaço público é a autorização concedida pelo município que permite a utilização de áreas públicas — como: ✔ ruas ✔ calçadas ✔ praças ✔ parques ✔ áreas comuns em espaços urbanos para fins específicos da empresa — geralmente eventos, estandes, feiras, promoções, experiências de marca e outras ações que interfiram ou utilizem o espaço urbano. Ela é independente do alvará de funcionamento e geralmente também é exigida mesmo quando o evento ou ação já possui licença temporária de evento. Quando sua empresa precisa dessa licença A licença de uso de espaço público é exigida, por exemplo, quando sua empresa: monta estandes ou estruturas em calçadas; realiza feiras abertas ao público em áreas urbanas; utiliza ruas para exposição ou vendas; ocupa praças públicas para ações promocionais; faz instalações temporárias de sinalização ou espaço de marca; promove degustações ou experiências externas que alteram o percurso de pedestres. Mesmo que a atividade seja gratuita, o simples fato de ocupar o espaço público pode exigir autorização. Riscos de ocupar espaço público sem licença Quando sua empresa ocupa um espaço público sem a devida licença, isso pode resultar em: ❌ Notificações administrativas ❌ Multas municipais ❌ Obrigação de retirada imediata da estrutura ❌ Interdição ou embargo do espaço ocupador ❌ Possível responsabilização por danos à via urbana Essas sanções podem ocorrer mesmo que todas as outras licenças da empresa estejam válidas. Licença de uso de espaço público e eventos Muito frequentemente, a licença de uso de espaço público é exigida em conjunto com a licença de evento temporário , especialmente quando: ✔ as ações ocupam ruas ou calçadas; ✔ o evento se estende para além de uma área privada; ✔ há montagem de estruturas externas; ✔ há circulação de público que interfere no espaço urbano. Leia também: 👉 Licença para eventos temporários: quando sua empresa precisa de autorização especial https://www.sedi.com.br/licenca-para-eventos-temporarios-quando-sua-empresa-precisa-de-autorizacao-especial Regras variam por município Cada cidade pode aplicar critérios diferentes sobre: limites de ocupação; prazos máximos de uso; taxas e cobranças; necessidade de projeto técnico; integração com outros órgãos municipais (obras, urbanismo, trânsito). Por isso, é essencial consultar a legislação local antes de planejar qualquer ocupação de espaço urbano. Leia também: 👉 Uso e ocupação do solo: como ele determina onde sua empresa pode operar https://www.sedi.com.br/uso-e-ocupacao-do-solo-o-que-e-como-funciona-e-por-que-ele-determina-onde-sua-empresa-pode-operar Principais documentos exigidos Embora variem conforme o município, geralmente são exigidos: 📌 Projeto ou planta de ocupação 📌 Memorial descritivo da utilização 📌 Autorização de circulação (quando há impacto no trânsito) 📌 ART/RRT, quando há montagem de estruturas 📌 Comprovante de responsabilização técnica 📌 Seguro de responsabilidade civil, quando aplicável Licença de uso e outras licenças relacionadas Ao solicitar a licença de uso de espaço público, muitas vezes sua empresa também precisará integrar outras autorizações, tais como: ✔ Licença de evento temporário ✔ Licença de ruído ✔ Licença de publicidade ✔ Alvará de funcionamento ✔ Autorização de trânsito ✔ Licença sanitária (quando aplicável) Integrar todas essas licenças dentro de uma governança regulatória contínua evita retrabalho e multas. Leia também: 👉 Como organizar a gestão de licenças e prazos regulatórios da empresa https://www.sedi.com.br/como-organizar-a-gestao-de-licencas-e-prazos-regulatorios-da-empresa Como evitar problemas legais antes de ocupar espaço urbano 1. Consulte a legislação municipal Verifique as regras específicas antes de planejar qualquer ação. 2. Solicite a licença com antecedência Alguns municípios possuem prazos de análise que podem atrasar o projeto. 3. Integre esse processo à governança regulatória Inclua o uso de espaço público no planejamento anual da empresa. Como a SEDI pode ajudar A SEDI apoia empresas em todas as etapas da regularização de uso de espaço público, incluindo: ✔ análise de exigência municipal ✔ orientação sobre projetos técnicos ✔ acompanhamento no protocolo de licenças ✔ suporte em fiscalizações ✔ integração com outras licenças obrigatórias Com isso, sua empresa ocupa espaços públicos com segurança e conformidade. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
29 de dezembro de 2025
Empresas de todos os tamanhos podem promover eventos temporários — desde inaugurações e feiras até promoções com música ao vivo, palestras ou atividades com grande fluxo de público. O que muitos gestores ignoram é que eventos temporários também podem exigir licenças específicas e não estão automaticamente cobertos pelo alvará de funcionamento da empresa. Ignorar essa exigência pode causar: multas; embargos do evento; interdição temporária das atividades; complicações com segurança pública e órgãos de fiscalização. Neste artigo, você vai entender: quando é necessária a licença para eventos temporários; quais documentos e exigências podem ser solicitados; como evitar problemas legais antes, durante e depois do evento. O que é licença para evento temporário A licença para eventos temporários é a autorização concedida pelo órgão municipal responsável para permitir a realização de atividades que: geram grande fluxo de público; causam movimentação urbana significativa; utilizam espaços públicos ou privados para atividades não rotineiras; têm impacto sonoro, visual ou ambiental. Ela é emitida considerando: tipo de evento; duração; número estimado de participantes; local; estrutura montada. Essa autorização é independente do alvará de funcionamento da empresa promotora. Quando é necessário solicitar uma licença de evento temporário A necessidade varia conforme o município, mas geralmente é exigida em situações como: ✔ Eventos com público superior a determinado número ✔ Uso de espaço público (praça, rua, calçadas) ✔ Estrutura provisória montada (palcos, tendas, arquibancadas) ✔ Venda de ingressos e comercialização de produtos ✔ Música ao vivo ou som amplificado ✔ Atrações que impactam o entorno urbano Mesmo eventos de curta duração podem exigir autorização. Riscos de realizar evento sem licença Promover um evento sem a licença necessária pode acarretar: ❌ Notificação do órgão municipal ❌ Multas administrativas ❌ Embargo do evento ❌ Interdição do local ❌ Ações administrativas adicionais Esses riscos existem mesmo que a empresa tenha alvará de funcionamento e outras licenças regulares. Como as exigências variam por município Cada cidade possui parâmetros diferentes, por isso é fundamental consultar o código de obras, o plano diretor ou a regulamentação municipal sobre eventos. Critérios comuns de variação incluem: lotação máxima; limites de ruído; requisitos de segurança; exigências de responsável técnico; necessidade de laudos (estrutural, acústico, elétrico). Leia também: 👉 Licença de ruído: quando o som da sua empresa pode gerar multa ou interdição https://www.sedi.com.br/licenca-de-ruido-quando-o-som-da-sua-empresa-pode-gerar-multa-ou-interdicao Documentos típicos exigidos Embora variem por município, costumam ser solicitados: 📌 Projeto básico do evento (planta, layout, fluxo) 📌 Comprovante de propriedade ou autorização de uso do local 📌 ART/RRT ou responsável técnico quando necessário 📌 Programação do evento 📌 Laudos de segurança, quando aplicável 📌 Relatórios de controle de ruído e impactos Também pode ser exigido o pagamento de taxas pela análise do processo. Regras de segurança e público Eventos com grande público geralmente precisam apresentar: rotas de fuga; sinalização de emergência; planos de evacuação; equipe de segurança; laudos do Corpo de Bombeiros. Quando isso é exigido, o evento depende da aprovação prévia de laudos técnicos. Leia também: 👉 O que é AVCB e por que sua empresa precisa https://www.sedi.com.br/o-que-e-avcb-e-por-que-sua-empresa-precisa-dessa-licenca-guia-completo-de-seguranca-contra-incendio Boas práticas para organizar eventos sem risco 1. Faça a consulta municipal antes de definir data Verifique regulamentação municipal e exigências legais. 2. Consulte um responsável técnico quando necessário Para eventos com grande público ou som amplificado. 3. Integre o evento ao calendário regulatório Mesmo que temporário, ele faz parte da sua responsabilização regulatória. Leia também: 👉 Como montar um calendário regulatório para sua empresa https://www.sedi.com.br/como-montar-um-calendario-regulatorio-para-sua-empresa Licenças complementares que podem ser necessárias Além da licença de evento, podem ser exigidas: ✔ Licença de publicidade ✔ Licença de ruído ✔ Autorização de praça pública ✔ AVCB (para eventos com grande público) Cada uma dessas licenças tem exigências específicas. Como a SEDI pode ajudar A SEDI apoia empresas na organização completa de eventos e suas exigências regulatórias, incluindo: ✔ Análise prévia de necessidade de licenças ✔ Assessoria na montagem de projetos técnicos ✔ Acompanhamento do processo de autorização ✔ Suporte em relação às fiscalizações ✔ Integração do evento à governança regulatória da empresa Com isso, sua empresa promove eventos com segurança, legalidade e previsibilidade. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
29 de dezembro de 2025
Muitas empresas iniciam obras ou reformas acreditando que, por se tratar de um imóvel comercial ou de uma adaptação “simples”, não é necessário obter licença específica . Esse é um dos erros mais comuns — e mais caros — no licenciamento empresarial. Em diversos municípios, obras e reformas exigem autorização prévia , mesmo quando não alteram a fachada ou a área construída. Ignorar essa exigência pode gerar multas, embargos e travar o alvará da empresa. Neste artigo, você vai entender: quando obras e reformas exigem licença; quais tipos de intervenção precisam de autorização; como isso impacta o alvará e outras licenças; e como evitar problemas antes de iniciar qualquer obra. O que é licença para obras e reformas A licença para obras e reformas é a autorização emitida pelo município para permitir: construção; ampliação; reforma; adaptação; alteração estrutural ou funcional de um imóvel. Ela existe para garantir que o imóvel: respeite o código de obras; atenda às normas de segurança; esteja compatível com o uso permitido; mantenha conformidade urbanística. Essa licença é independente do alvará de funcionamento . Quando uma obra ou reforma exige licença De forma geral, a licença é exigida quando a obra envolve: alteração de layout interno; mudança de uso de ambientes; ampliação de área construída; reforço estrutural; intervenções em instalações elétricas ou hidráulicas; adaptação para novas atividades; adequações exigidas por órgãos fiscalizadores. Mesmo reformas internas podem exigir autorização, dependendo da legislação municipal. Erro comum: iniciar a obra antes da autorização Um erro recorrente é: “Vamos reformar primeiro e regularizar depois.” Na prática, isso pode resultar em: embargo da obra; multa administrativa; exigência de demolição ou adequação; bloqueio do alvará; atrasos significativos na abertura da empresa. Em alguns municípios, a regularização posterior é mais complexa e onerosa . Relação entre obras, imóvel e alvará O alvará de funcionamento depende da conformidade do imóvel . Quando uma obra é realizada sem licença, o município pode: suspender a análise do alvará; negar a renovação; exigir regularização da obra antes de qualquer licença; ampliar a fiscalização sobre a empresa. Leia também: 👉 Alvará de Funcionamento: o que é e por que empresas têm o pedido negado https://www.sedi.com.br/o-que-e-alvara-de-funcionamento-e-por-que-empresas-tem-o-pedido-negado Obras, reformas e AVCB Alterações no imóvel frequentemente impactam: rotas de fuga; instalações elétricas; layout de ambientes; sistemas de prevenção a incêndio. Por isso, reformas podem exigir: atualização do AVCB; novo projeto de incêndio; vistoria do Corpo de Bombeiros. Leia também: 👉 O que é AVCB e por que sua empresa precisa https://www.sedi.com.br/o-que-e-avcb-e-por-que-sua-empresa-precisa-dessa-licenca-guia-completo-de-seguranca-contra-incendio Obras e licença sanitária Para atividades sujeitas à vigilância sanitária, reformas podem afetar: fluxos operacionais; áreas limpas e sujas; requisitos de higiene; disposição de equipamentos. Nesses casos, a obra pode exigir: aprovação prévia do layout; nova vistoria sanitária; atualização da licença. Leia também: 👉 Licença Sanitária: o que é e quem precisa https://www.sedi.com.br/licenca-sanitaria-o-que-e-quem-precisa-e-como-obter-a-licenca-obrigatoria-da-vigilancia-sanitaria Relação entre obra, zoneamento e uso do solo Antes de qualquer obra, é fundamental verificar: se o uso do imóvel é permitido; se a ampliação respeita o zoneamento; se há restrições urbanísticas na região. Obras em desacordo com o uso permitido podem inviabilizar o licenciamento. Leia também: 👉 Uso e ocupação do solo: como ele determina onde sua empresa pode operar https://www.sedi.com.br/uso-e-ocupacao-do-solo-o-que-e-como-funciona-e-por-que-ele-determina-onde-sua-empresa-pode-operar Responsável técnico em obras e reformas Grande parte das obras exige: responsável técnico habilitado; ART ou RRT; acompanhamento técnico da execução. A ausência de responsabilidade técnica pode gerar: indeferimento da licença; autuações; responsabilização da empresa. Leia: 👉 O papel do responsável técnico na governança regulatória da empresa https://www.sedi.com.br/o-papel-do-responsavel-tecnico-na-governanca-regulatoria-da-empres Como evitar problemas antes de iniciar uma obra 1. Avalie a exigência de licença antes de iniciar Nunca inicie obra sem verificar a legislação municipal. 2. Analise o impacto da obra no alvará e licenças Entenda se a reforma afeta: alvará; licença sanitária; AVCB; licenças ambientais. 3. Regularize antes de executar Sempre que possível, obtenha a autorização antes de iniciar a obra. 4. Integre a obra à governança regulatória Inclua a obra: no dossiê regulatório; no calendário de prazos; no plano de resposta a fiscalizações. Leia também: 👉 Como organizar a gestão de licenças e prazos regulatórios da empresa https://www.sedi.com.br/como-organizar-a-gestao-de-licencas-e-prazos-regulatorios-da-empresa Como a SEDI pode ajudar A SEDI apoia empresas em processos de obras e reformas regulatórias , oferecendo: análise prévia de exigências municipais; orientação sobre licenças necessárias; suporte com responsáveis técnicos; acompanhamento do processo de regularização; integração da obra à governança regulatória da empresa. Com planejamento, a obra deixa de ser um risco e passa a ser uma etapa controlada do crescimento. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
29 de dezembro de 2025
Som, música, máquinas ou qualquer emissão sonora gerada por uma empresa pode ser motivo de reclamações, fiscalização e multas — mesmo quando todas as demais licenças estão em dia . Entender quando se exige uma licença de ruído , como obtê-la e como manter conformidade é essencial para qualquer empresa que opera em áreas urbanas. Neste artigo você vai entender: o que é licença de ruído; quando ela é necessária; quais são os riscos de operar sem ela; e como evitar multas e interdições por som. O que é licença de ruído A licença de ruído (também chamada de autorização sonora ) é uma licença municipal que regulamenta a emissão de sons ou ruídos gerados por uma empresa, equipamento, obra ou atividade. Ela existe porque: o barulho pode impactar a qualidade de vida da população; o ruído excessivo pode gerar transtornos ambientais; urbanismo e mobilidade exigem limites sonoros por zona. Essa licença não está incluída automaticamente no alvará de funcionamento — assim como acontece com a licença de publicidade. Quando a licença de ruído é obrigatória A exigência varia conforme o município, mas é comum em: ✔ Bares, restaurantes e casas noturnas ✔ Eventos e casas de shows ✔ Indústrias com maquinário pesado ✔ Oficinas e serviços automotivos ✔ Construções e obras com impacto sonoro ✔ Centros comerciais com áreas abertas ✔ Atividades com música ao vivo ou alto volume Mesmo empresas que não façam música ao vivo podem precisar dessa licença se gerarem ruído acima dos limites legais. Como o som é avaliado Normalmente, a fiscalização considera: 🟢 dB(A) — decibéis ponderados para ruído audível 🟢 horário de operação 🟢 zona urbana (residencial, comercial, industrial) 🟢 distância de receptores (casas, hospitais, escolas) 🟢 períodos sensíveis (noite, finais de semana) Cada município costuma ter tabelas próprias de limite de ruído por zona e horário. Riscos de operar sem licença de ruído Quando a empresa gera ruído sem licença ou sem controle, ela está sujeita a: ❌ Notificações de órgãos de fiscalização ❌ Multas graduadas por nível de som ❌ Exigências de controle acústico ❌ Interdição parcial ou total de atividades ❌ Ações civis públicas em casos graves Esses riscos existem mesmo que o alvará principal esteja válido — assim como na licença de publicidade. Leia também: 👉 Licença de publicidade: quando a fachada da empresa pode gerar multa mesmo com alvará ativo https://www.sedi.com.br/licenca-de-publicidade-quando-a-fachada-da-empresa-pode-gerar-multa-mesmo-com-alvara-ativo Fiscalização de ruído é independente Em muitas cidades, a fiscalização de ruído: ✔ não depende de visita agendada; ✔ pode ser desencadeada por denúncia; ✔ pode resultar em medição técnica com decibelímetro; ✔ tem laudos que servem de base para autos de infração. Ou seja: uma empresa pode estar regular em tudo, menos no som , e ainda assim sofrer penalidades. Leia também: 👉 Como preparar sua empresa para fiscalizações sem risco e sem improviso https://www.sedi.com.br/como-preparar-sua-empresa-para-fiscalizacoes-sem-risco-e-sem-improviso Como obter a licença de ruído Embora os procedimentos variem por cidade, em geral você deve: 📌 Protocolar junto à prefeitura municipal 📌 Anexar planta e projeto acústico (quando exigido) 📌 Demonstrar controle de equipamentos sonoros 📌 Eventualmente, apresentar laudo técnico ou medição profissional 📌 Cumprir as tabelas de limites por zona e horário Em alguns casos, o órgão exige: projeto de controle acústico; instalação de barreiras; cronograma de redução de som. Boas práticas para manter conformidade ✔ Realizar medições periódicas de ruído ✔ Controlar horários de operação sonora ✔ Utilizar isolamento acústico quando necessário ✔ Atender prontamente às notificações municipais ✔ Atualizar a licença quando houver mudanças operacionais Licença de ruído e governança regulatória A licença de ruído deve estar integrada ao calendário regulatório da empresa e à governança contínua. Leia também: 👉 Como montar um calendário regulatório para sua empresa https://www.sedi.com.br/como-montar-um-calendario-regulatorio-para-sua-empresa Como a SEDI pode ajudar A SEDI apoia empresas na obtenção e manutenção da licença de ruído, incluindo: ✔ análise de exigência municipal ✔ orientação sobre medição técnica ✔ elaboração de projetos acústicos ✔ acompanhamento de processos ✔ resposta a fiscalizações Se sua empresa opera em ambiente urbano e gera som ou ruído, o primeiro passo é avaliar a necessidade da licença antes que a fiscalização apareça . 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
Por Econform SA 29 de dezembro de 2025
Muitas empresas acreditam que, ao obter o alvará de funcionamento, estão autorizadas a operar plenamente — inclusive em relação à fachada, letreiros e comunicação visual. Isso não é verdade. Em diversos municípios, a licença de publicidade é uma autorização independente , e a ausência dela pode gerar multas, notificações e até exigência de retirada imediata da fachada , mesmo com o alvará ativo. Neste artigo, você vai entender: o que é a licença de publicidade; quando ela é obrigatória; por que ela gera tantas autuações; e como evitar multas relacionadas à fachada da empresa. O que é licença de publicidade A licença de publicidade é a autorização municipal para: instalação de fachadas; letreiros; placas; totens; painéis; comunicação visual externa visível ao público. Ela regula o impacto visual urbano , não a atividade da empresa. Por isso, ela não está automaticamente incluída no alvará . Por que empresas são multadas por fachada mesmo estando regulares Os principais motivos de autuação são: ausência de licença específica para publicidade; fachada instalada antes da autorização; dimensões acima do permitido; iluminação irregular; comunicação visual em desacordo com o código urbano; mudança de fachada sem atualização da licença. Na prática, a fiscalização de publicidade é uma das mais frequentes nos municípios. Licença de publicidade é diferente de alvará É importante separar os conceitos: Alvará de funcionamento autoriza a atividade da empresa Licença de publicidade autoriza a comunicação visual externa Uma empresa pode: ter alvará válido; estar com CNAE correto; operar regularmente; e ainda assim estar irregular por causa da fachada . Leia também: 👉 Alvará de Funcionamento: o que é e por que empresas têm o pedido negado https://www.sedi.com.br/o-que-e-alvara-de-funcionamento-e-por-que-empresas-tem-o-pedido-negado Quando a licença de publicidade é obrigatória Ela costuma ser exigida quando a empresa possui: placa ou letreiro externo; comunicação visível da via pública; iluminação na fachada; identidade visual fixada no imóvel; totens ou painéis. Mesmo fachadas “simples” podem exigir licença, dependendo da legislação municipal. Relação entre licença de publicidade e imóvel A autorização da fachada depende também: do zoneamento urbano; do tipo de via; da área construída; das regras locais de uso do solo. Imóveis em áreas históricas, corredores comerciais ou zonas específicas costumam ter regras ainda mais rígidas . Leia também: 👉 Uso e ocupação do solo: como ele afeta seu negócio https://www.sedi.com.br/uso-e-ocupacao-do-solo-o-que-e-como-funciona-e-por-que-ele-determina-onde-sua-empresa-pode-operar Erro comum: instalar a fachada antes da licença Um erro recorrente é: “Depois a gente regulariza.” Na prática, isso gera: multa imediata; exigência de retirada da fachada; abertura de processo administrativo; custos adicionais para adequação. Em alguns municípios, a licença não é concedida retroativamente . Licença de publicidade e fiscalização municipal A fiscalização de publicidade: é rotineira; muitas vezes ocorre sem aviso; não depende de denúncia; pode acontecer à noite ou fora do horário comercial. Empresas sem licença ou com fachada irregular costumam ser autuadas rapidamente. Leia também: 👉 Como preparar sua empresa para fiscalizações sem risco e sem improviso https://www.sedi.com.br/como-preparar-sua-empresa-para-fiscalizacoes-sem-risco-e-sem-improviso Como evitar multas relacionadas à fachada 1. Verifique se sua fachada exige licença Nem toda comunicação visual é dispensada de autorização. 2. Consulte a legislação municipal antes de instalar Cada município define: tamanhos máximos; tipos permitidos; regras de iluminação; restrições por zona. 3. Regularize antes de instalar Sempre que possível, solicite a licença antes da execução da fachada. 4. Integre a licença de publicidade à governança regulatória Ela deve fazer parte: do dossiê regulatório; do calendário de prazos; da gestão contínua de licenças. Leia também: 👉 Como organizar a gestão de licenças e prazos regulatórios da empresa https://www.sedi.com.br/como-organizar-a-gestao-de-licencas-e-prazos-regulatorios-da-empresa Como a SEDI pode ajudar A SEDI apoia empresas na regularização de licenças de publicidade , atuando em: análise da exigência municipal; validação de fachada e comunicação visual; orientação antes da instalação; regularização de autos e multas; integração da licença à governança regulatória. Com orientação técnica, a fachada deixa de ser um risco oculto. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
29 de dezembro de 2025
Muitas empresas só descobrem que estavam expostas a riscos regulatórios quando a licença é negada, a fiscalização acontece ou a operação é interrompida . O problema não é a fiscalização — é não ter avaliado os riscos antes de tomar decisões estratégicas . A avaliação de risco regulatório é a ferramenta que antecipa problemas, orienta escolhas e reduz custos invisíveis ao longo da operação. Neste artigo, você vai entender: o que é avaliação de risco regulatório; quando ela é necessária; quais situações exigem essa análise; e como ela evita travamentos, multas e retrabalho. O que é avaliação de risco regulatório Avaliação de risco regulatório é a análise técnica e preventiva que identifica: inconformidades potenciais; exigências legais aplicáveis; dependências entre licenças; impactos do imóvel, da atividade e do município; riscos de indeferimento, multa ou interdição. Ela não substitui o licenciamento — ela orienta o licenciamento correto . Por que avaliar riscos antes é mais eficiente do que corrigir depois Quando a empresa avalia riscos antes de investir, ela: escolhe imóveis licenciáveis; define corretamente CNAE e atividade; antecipa exigências municipais; evita reformas desnecessárias; reduz atrasos na abertura. Quando ignora essa etapa, os custos aparecem depois — e são sempre maiores. Leia também: 👉 Estudo de caso: o que travou a licença de uma unidade e como poderia ter sido evitado https://www.sedi.com.br/estudo-de-caso-o-que-travou-a-licenca-de-uma-unidade-e-como-poderia-ter-sido-evitado Situações em que a avaliação de risco regulatório é indispensável 1. Antes de abrir uma nova unidade Toda nova unidade envolve: novo endereço; novas regras municipais; novos prazos; possíveis licenças adicionais. Avaliar riscos antes da abertura evita travar o alvará logo no início. Leia também: 👉 Checklist regulatório para abertura de novas unidades https://www.sedi.com.br/checklist-regulatorio-para-abertura-de-novas-unidades 2. Antes de escolher ou alugar um imóvel O imóvel é um dos maiores geradores de risco regulatório. A avaliação deve verificar: zoneamento; uso permitido; regularidade construtiva; necessidade de adaptações; histórico do imóvel. Leia: 👉 Uso e ocupação do solo: como ele determina onde sua empresa pode operar https://www.sedi.com.br/uso-e-ocupacao-do-solo-o-que-e-como-funciona-e-por-que-ele-determina-onde-sua-empresa-pode-operar 3. Antes de alterar atividade ou CNAE Mudanças na operação exigem: revisão cadastral; análise de novas licenças; verificação de impactos no alvará. Sem avaliação prévia, a empresa pode gerar inconformidades automaticamente. Leia também: 👉 Alteração de CNAE: quando é obrigatória e quais riscos você evita https://www.sedi.com.br/alteracao-de-cnae-quando-e-obrigatoria-como-fazer-e-quais-riscos-voce-evita-ao-atualizar-sua-atividade 4. Antes de expandir para outros municípios Cada município possui: regras próprias; interpretações distintas; exigências específicas. Avaliar riscos locais evita replicar erros da matriz. Leia: 👉 Governança regulatória para empresas com múltiplas unidades (multisite) https://www.sedi.com.br/governanca-regulatoria-para-empresas-com-multiplas-unidades-multisite 5. Após fiscalizações recorrentes ou notificações Fiscalizações repetidas indicam: fragilidade regulatória; documentação incoerente; falhas de governança. A avaliação ajuda a identificar a causa raiz do problema. Leia também: 👉 Como preparar sua empresa para fiscalizações sem risco e sem improviso https://www.sedi.com.br/como-preparar-sua-empresa-para-fiscalizacoes-sem-risco-e-sem-improviso O que uma avaliação de risco regulatório deve analisar Uma avaliação bem feita considera: atividade real da empresa; CNAE e cadastros; situação do imóvel; licenças exigidas; prazos e dependências; responsáveis técnicos; histórico regulatório; riscos de indeferimento ou interdição. Ela oferece clareza antes da tomada de decisão . Avaliação de risco regulatório e governança contínua Empresas maduras integram a avaliação de risco à sua governança regulatória contínua , utilizando-a como ferramenta preventiva e estratégica. Leia também: 👉 Como estruturar a governança regulatória contínua da sua empresa https://www.sedi.com.br/como-estruturar-a-governanca-regulatoria-continua-da-sua-empresa-em-2026 Erros comuns ao ignorar a avaliação de risco decidir apenas com base em custo ou localização; assumir que “sempre foi assim”; reagir só após a fiscalização; tratar licenciamento como burocracia; subestimar regras municipais. Esses erros custam tempo, dinheiro e reputação. Como a SEDI pode ajudar A SEDI realiza avaliações de risco regulatório completas , apoiando empresas em: análise prévia de imóveis; diagnóstico por município; validação de CNAE e atividade; mapeamento de licenças; prevenção de travamentos e multas; estruturação de governança regulatória. Com avaliação preventiva, sua empresa decide melhor, investe com segurança e cresce sem improviso. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
27 de dezembro de 2025
Abrir uma nova unidade deveria representar crescimento. Na prática, muitas empresas descobrem tarde demais que uma nova operação pode travar o alvará , gerar exigências inesperadas e até comprometer unidades já em funcionamento. Isso acontece porque o licenciamento empresarial não é isolado por endereço: erros em uma unidade podem impactar toda a estrutura regulatória da empresa . Neste artigo, você vai entender: por que novas unidades travam alvarás; quais erros mais comuns levam a esse bloqueio; como prevenir problemas antes da abertura; e como estruturar uma expansão regulatória segura. Por que uma nova unidade pode travar o alvará Quando uma empresa abre uma nova unidade, o poder público passa a analisar: coerência entre matriz e filiais; atividade declarada vs. atividade real; regularidade do imóvel; cumprimento das exigências municipais; histórico regulatório da empresa. Se houver inconformidades, o órgão pode: suspender a emissão do alvará da nova unidade; bloquear renovações; emitir exigências adicionais; ampliar a fiscalização para outras unidades. Erro 1 — Escolher o imóvel sem análise regulatória prévia Um dos principais motivos de travamento de alvará é a escolha inadequada do imóvel . Problemas comuns: zoneamento incompatível; uso do solo não permitido; ausência de Habite-se; divergência de área construída; reformas não regularizadas. Leia também: 👉 Uso e ocupação do solo: como ele determina onde sua empresa pode operar https://www.sedi.com.br/uso-e-ocupacao-do-solo-o-que-e-como-funciona-e-por-que-ele-determina-onde-sua-empresa-pode-operar 👉 Regularização de imóveis antigos ou sem Habite-se https://www.sedi.com.br/regularizacao-de-imoveis-antigos-ou-sem-habite-se-riscos-etapas-e-como-isso-afeta-o-licenciamento-da-sua-empresa Erro 2 — Replicar a operação da matriz sem validação local Cada município possui: regras próprias de licenciamento; exigências específicas de alvará; critérios distintos de fiscalização. Copiar o modelo da matriz sem validação local costuma gerar: exigências adicionais; indeferimento do pedido; atrasos significativos na abertura. Leia também: 👉 Governança regulatória para empresas com múltiplas unidades (multisite) https://www.sedi.com.br/governanca-regulatoria-para-empresas-com-multiplas-unidades-multisite Erro 3 — CNAE incompatível com a nova operação Outro erro frequente é manter o CNAE da matriz sem revisar se ele: contempla todas as atividades da nova unidade; atende exigências municipais específicas; exige licenças adicionais. CNAE incompatível é um dos principais gatilhos de indeferimento. Leia: 👉 Alteração de CNAE: quando é obrigatória e quais riscos você evita https://www.sedi.com.br/alteracao-de-cnae-quando-e-obrigatoria-como-fazer-e-quais-riscos-voce-evita-ao-atualizar-sua-atividade Erro 4 — Ignorar licenças vinculadas ao alvará O alvará raramente é um documento isolado. Ele costuma depender de: licença sanitária; AVCB; licenças ambientais; responsável técnico; aprovação de layout. Se qualquer uma dessas licenças estiver irregular, o alvará pode ser travado. Leia também: 👉 Alvará de Funcionamento: o que é e por que empresas têm o pedido negado https://www.sedi.com.br/o-que-e-alvara-de-funcionamento-e-por-que-empresas-tem-o-pedido-negado Erro 5 — Falta de governança regulatória na expansão Empresas que expandem sem governança regulatória: perdem controle de prazos; respondem mal a exigências; acumulam inconformidades; aumentam o risco sistêmico da operação. A expansão segura exige método. Leia também: 👉 Governança regulatória para empresas em expansão https://www.sedi.com.br/governanca-regulatoria-para-empresas-em-expansao-como-crescer-sem-travar-licencas-em-2026 Como evitar que a nova unidade trave o alvará 1. Faça uma análise regulatória antes de escolher o imóvel Nunca assine contrato sem validar: zoneamento; uso permitido; histórico do imóvel; exigências municipais. 2. Revise CNAE e atividade antes da abertura Garanta que a atividade declarada: reflita exatamente a operação; esteja compatível com o município; não gere exigências inesperadas. 3. Estruture um checklist regulatório de abertura Use um checklist completo antes de iniciar a operação. Leia também: 👉 Checklist regulatório para abertura de novas unidades https://www.sedi.com.br/checklist-regulatorio-para-abertura-de-novas-unidades 4. Integre a nova unidade à governança regulatória Inclua a nova unidade em: dossiê regulatório; calendário de prazos; gestão documental; plano de resposta a fiscalizações. Leia: 👉 Como organizar a gestão de licenças e prazos regulatórios da empresa https://www.sedi.com.br/como-organizar-a-gestao-de-licencas-e-prazos-regulatorios-da-empresa Como a SEDI pode ajudar A SEDI atua na prevenção de travamentos de alvará , apoiando empresas em: análise regulatória de imóveis; diagnóstico por município; organização documental; licenciamento de novas unidades; gestão de prazos e licenças; estruturação da governança regulatória. Com planejamento e método, sua empresa pode crescer sem colocar a operação em risco. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato
27 de dezembro de 2025
Abrir uma nova unidade é um passo estratégico para o crescimento de qualquer empresa. O problema é que, quando o processo regulatório não é tratado com método, a expansão pode resultar em licenças negadas, atrasos na operação, multas e até interdições logo no início. Ter um checklist regulatório estruturado antes da abertura de uma nova unidade é a forma mais segura de evitar esses riscos. Neste artigo, você vai encontrar um checklist completo e prático para garantir que a nova unidade comece a operar de forma regular, previsível e sem improviso . Por que novas unidades exigem atenção regulatória especial Cada nova unidade representa: um novo endereço; uma nova análise de zoneamento; novas licenças municipais; possíveis exigências sanitárias e ambientais; novos prazos e fiscalizações. Mesmo empresas já regularizadas podem enfrentar bloqueios se não repetirem corretamente o processo para cada unidade. Leia também: 👉 Governança regulatória para empresas com múltiplas unidades (multisite) https://www.sedi.com.br/governanca-regulatoria-para-empresas-com-multiplas-unidades-multisite CHECKLIST REGULATÓRIO PARA ABERTURA DE NOVA UNIDADE 1. Análise prévia do imóvel Antes de assinar contrato ou iniciar obras, verifique: uso permitido do imóvel; zoneamento urbano; compatibilidade da atividade com o endereço; existência de Habite-se; histórico de regularização do imóvel. Esse passo evita que a empresa invista em um local que não pode ser licenciado . Leia também: 👉 Uso e ocupação do solo: como ele determina onde sua empresa pode operar https://www.sedi.com.br/uso-e-ocupacao-do-solo-o-que-e-como-funciona-e-por-que-ele-determina-onde-sua-empresa-pode-operar 2. Definição correta da atividade e CNAE Antes da abertura da unidade, confirme: se o CNAE principal é compatível com a operação; se atividades secundárias precisam ser incluídas; se há exigências específicas por tipo de atividade. Erros nessa etapa são causas frequentes de indeferimento de licenças. Leia: 👉 Alteração de CNAE: quando é obrigatória e quais riscos você evita https://www.sedi.com.br/alteracao-de-cnae-quando-e-obrigatoria-como-fazer-e-quais-riscos-voce-evita-ao-atualizar-sua-atividade 3. Inscrição municipal e estadual (quando aplicável) Cada unidade deve possuir: inscrição municipal própria; inscrição estadual, quando exigida pela atividade; cadastro correto junto à prefeitura. Sem isso, não é possível emitir alvará ou operar regularmente. Leia também: 👉 O que é inscrição municipal e por que ela é obrigatória https://www.sedi.com.br/o-que-e-inscricao-municipal-e-por-que-ela-e-obrigatoria-para-empresas 4. Alvará de Funcionamento O alvará é a licença central da nova unidade. Antes da abertura, verifique: documentos exigidos pelo município; dependência de outras licenças; prazo médio de análise; necessidade de vistoria. Leia: 👉 Alvará de Funcionamento: o que é e como emitir https://www.sedi.com.br/alvara-de-funcionamento-o-que-e-como-emitir-e-por-que-ele-e-obrigatorio-para-qualquer-empresa 5. Licença Sanitária (quando aplicável) Obrigatória para empresas de: saúde; alimentação; estética; bem-estar. Confirme: layout aprovado; fluxos operacionais; exigência de responsável técnico; validade da licença. Leia também: 👉 Licença Sanitária: o que é e quem precisa https://www.sedi.com.br/licenca-sanitaria-o-que-e-quem-precisa-e-como-obter-a-licenca-obrigatoria-da-vigilancia-sanitaria 6. AVCB – Corpo de Bombeiros Antes da operação: verifique a exigência de AVCB; valide o projeto de segurança contra incêndio; confirme se reformas exigem atualização do AVCB. Leia: 👉 O que é AVCB e por que sua empresa precisa https://www.sedi.com.br/o-que-e-avcb-e-por-que-sua-empresa-precisa-dessa-licenca-guia-completo-de-seguranca-contra-incendio 7. Licenças ambientais (quando aplicável) Atividades com impacto ambiental exigem: licença ambiental específica; cumprimento de condicionantes; relatórios periódicos. Leia também: 👉 Licença Ambiental: o que é e como funciona https://www.sedi.com.br/licenca-ambiental-o-que-e-quem-precisa-e-como-funciona 8. Responsável técnico (quando exigido) Confirme: obrigatoriedade de responsável técnico; ART ou RRT válida; atuação compatível com a operação da unidade. Leia: 👉 O papel do responsável técnico na governança regulatória da empresa https://www.sedi.com.br/o-papel-do-responsavel-tecnico-na-governanca-regulatoria-da-empres 9. Organização documental da nova unidade Cada unidade deve possuir um dossiê regulatório próprio , com: documentos cadastrais; licenças; plantas e projetos; histórico de inspeções; prazos de renovação. Leia também: 👉 Gestão de documentos regulatórios: o guia completo https://www.sedi.com.br/gestao-de-documentos-regulatorios-o-guia-completo-para-empresas-que-querem-evitar-multas-interdicoes-e-atrasos 10. Integração ao calendário regulatório da empresa Após a abertura, a nova unidade deve ser integrada ao: calendário regulatório central; sistema de controle de prazos; governança regulatória contínua. Leia: 👉 Como montar um calendário regulatório para sua empresa https://www.sedi.com.br/como-montar-um-calendario-regulatorio-para-sua-empresa Erros comuns na abertura de novas unidades escolher imóvel sem análise prévia; iniciar obras antes da aprovação; ignorar exigências municipais específicas; esquecer licenças vinculadas; tratar a abertura como mera extensão da matriz. Esses erros aumentam custos e atrasam a operação. Como a SEDI pode ajudar A SEDI apoia empresas em todo o processo de abertura e regularização de novas unidades , oferecendo: análise prévia de imóveis; diagnóstico regulatório por município; organização documental; acompanhamento de licenças; suporte em fiscalizações; estruturação de governança regulatória para expansão. Com planejamento regulatório, sua empresa cresce com segurança e previsibilidade. 👉 Fale com a SEDI: https://www.sedi.com.br/contato